segunda-feira, 20 de abril de 2015

Dando continuidade ao processo seletivo, no dia 19/03 recebemos a confirmação da nossa aprovação pela Fulbright e pelo IIE (Institute of International Education). De todos os que haviam sido previamente aprovados, apenas um garoto desistiu e foi substituido pela primeira suplente. Contudo, já sei que mais pessoas ainda irão desistir do processo, porque passaram em concurso, ou resolveram focar em alguma outra coisa. Alguns suponho que também esteja esperando saber para qual instituição irão para decidirem se querem seguir com o programa.

Junto com esta aprovação final, recebemos também o Medical Form, um documento referente ao nosso estado de saúde, que precisava ser preenchido por um médico e depois uppado no sistema da Fulbright. Tinha até 15/04 para fazer esta parte. Uma dica valiosa para esta etapa: não deixe para a última hora!

Uma série de coisas são requeridas no Medical Form, e você nunca sabe que tipos de problemas podem surgir. As experiência dos Fulbrighters com esse Medical Form foram as mais variadas possíveis. No meu caso, mais uma vez, foi super tranquilo. Muita sorte. Aproveitei que eu estava com dor de garganta e já ia no médico da mesma forma, e levei o form. Expliquei a situação para ele e ele assinou com o maior prazer, disse que eu mesmo podia preencher as informações referentes ao meu histórico de saúde (já que é óbvio que ele não iria saber), e ficamos um bom tempo falando sobre a vida e sobre o programa. Foi realmente surpreendente, não esperava que ele fosse ser tão simpático.

Outras pessoas não tiveram tanta sorte. Em muitos casos o médico pediu que a pessoa fizesse uma série de exames para então ele poder assinar, tais como exames de HIV e diabetes. Outros tiveram que pagar uma alta quantia pelo appointment com o médico. O meu caso foi realmente muito tranquilo. Referente ao que se pede no form, o único exame que é de fato requerido pela Fulbright é o de tuberculose, que é um exame muito simples e que leva de 48h a 72h para ficar pronto. Caso a sua reação no exame de tuberculose dê acima de 10mm, você terá que fazer um raio-x do tórax para verificar se realmente tem tuberculose. Caso tenha, não sei o que aconteceria, já que não foi o caso de ninguém no nosso grupo. No mais só é necessário preencher o seu histórico médico, elencando os problemas de saúde que já teve, cirurgias, medicamentos que toma com regularidade, os últimos médicos que visitou, etc. Não é necessário anexar com o medical form nenhum dos laudos dos exames. Também é necessário colocar as datas em que tomou três tipos de vacinas: polio (três doses) DPT (três doses) e Tríplice Viral. Uma das doses da DPT tem que ter sido tomada nos últimos 10 anos. Caso tenha perdido a carteira de vacinação mas tiver certeza que tomou alguma destas vacinas, pode simplesmente colocar Childhood, muy simples.

Caso tiver algum problema ou dúvida referente ao programa e sua condição de saúde, pode entrar em contato com a Fulbright, porque eles são muito solícitos e atenciosos.

Neste meio tempo em que estávamos preenchendo o Medical Form, o pessoal se juntou para pedir que o Luis divulgasse a lista de aprovados contando com a classificação de cada. Para isso era necessário a aprovação de todos os candidatos. Anna amada fez uma enquete no Facebook e todos concordaram em ter relevada a classificação dos candidatos. Fiquei em terceiro lugar entre os 45 aprovados, o que foi uma colocação bem boa.

Assim que terminamos de colocar no sistema os Medical Forms, sabíamos que a próxima etapa seria o matching, o processo em que é decidido para qual universidade dos EUA nós iremos. Mas não esperávamos que ele já fosse começar tão rápido após o envio do Medical Form
...

Processo Seletivo (Parte II)

Continuando a discutir o processo seletivo, que foi iniciado no post passado...

Pois bem, recebi o resultado, estou dentro!...ou não. Acontece que este resultado que recebemos em dezembro é apenas um resultado preliminar feito pela Comissão Fulbright do Brasil em conjunto com a CAPES. Após esta etapa, ainda há o tempo para a interposição de recursos e os aprovados preliminares tem seus documentos enviados para a Fulbright dos EUA para que eles deem a aprovação final. Este resultado final ainda demoraria meses para vir. Mas após conversa com os veteranos do ano anterior, já ficamos sabendo que é extremamente raro que alguém não seja aprovado. A única coisa que geralmente acontece é ter pessoas que passaram e desistem da bolsa, por uma série de motivas. Estas pessoas são então substituidas imediatamente pelo próximo suplente na lista.

Liberado o resultado, 45 foram os aprovados neste resultado preliminar (preenchendo todas as 45 vagas abertas no edital). A lista é liberada em ordem alfabética, então não sabemos em que colocação ficamos no geral, com exceção da lista de suplentes, que está na ordem de colocação. Foi muito bom que junto com o email de confirmação da nossa aprovação, também já fomos convidados a entrar em um grupo no Facebook feito para os aprovados (onde mais tarde também seria liberado que os veteranos entrassem). Através deste grupo já ficamos sabendo quem eram nossos colegas, pudemos trocar ideias, nos apresentarmos, etc. Já imediatamente criamos um grupo no Whatsapp, onde também compartilhavamos informações, discutiamos assuntos relacionados ao programa, fofocávamos e falávamos besteira. Infelizmente nem todos eram presentes nestes grupos. Este tipo de interação foi a melhor coisa do programa até o momento, porque pudemos nos conhecer melhor, aprender com as nossas diferenças, e criar amizades valiosíssimas (eu pelo menos já criei algumas que gostaria de levar pra sempre).

Quando recebemos este primeiro resultado, começou uma correria para algumas pessoas - e este é um ponto bem importante para quem for tentar no futuro e já quiser se preparar. Tínhamos que entrar no sistema da Fulbright e declarar nosso interesse em participar do programa - até aí tudo bem, fácil. Mas então ficamos sabendo que tínhamos até 31/01/2015 para também entrar no sistema e anexar traduções (juramentadas ou certificadas) dos nossos diplomas e históricos e também uma digitalização do nosso passaporte válido até seis meses após o fim do programa (no nosso caso, o passaporte deveria ser válido até Dezembro/2016). Eu não tive nenhum problema nesta etapa porque por sorte tudo estava certo com a minha documentação, mas outros não tiveram tanta sorte assim.

É importante lembrar que recebemos estas instruções dia 22/12, e no fim do ano nada funciona. Ou seja, qualquer problema referente a estas documentações em geral só começariam a ser vistos no início de janeiro e tinha até dia 31 do mesmo mês para enviar tudo. Eis aqui alguns dos problemas que ocorreram:

- Havia pessoas que ainda não tinham se graduado e portanto ainda precisavam colar grau. Esta foi uma grande correria para muita gente, pois precisaram entrar em contato com a universidade, dar uma chorada para adiantarem a colação, para conseguirem receber o diploma (ou um certificado de conclusão) para daí ainda poderem mandar para um tradutor.

- Havia pessoas cujo passaporte expirava antes da data necessária. Também foi necessário correr na Polícia Federal e agendar para tirar passaporte. O problema é que muitas vezes a PF está sobrecarregada confeccionando passaportes e a próxima data disponível para agendamente é para daqui a meses. Várias pessoas tiveram que ir lá e também dar uma chorada, explicar a situação, e pedir para agendarem para antes. Houve até o caso de um colega nosso cujo passaporte também iria expirar e ele estava na Alemanha durante janeiro inteiro fazendo um curso, tendo que dar um jeito lá na Alemanha de conseguir um passaporte novo.

- Teve gente que também teve problema nas traduções, que demoraram um pouco para serem feitas
(mas foram poucos que tiveram esse tipo de problema). As traduções poderiam ser juramentadas ou certificadas. As juramentadas são boas porque serviriam para a posteridade e tanbém poderiam ser usadas em qualquer país, mas são bem mais caras. As certificadas são feitas por tradutores associados a Education USA, e são válidas apenas para os EUA, sendo bem mais baratas (foi essa opção que escolhi).

Enfim, caso você já esteja sentindo a sua aprovação, seria bom já tentar fazer esta regularização de documentos antecipadamente, para não ter problemas em cima da hora.

Passada toda essa correria, documentados devidamente uploaded no sistema da Fulbright, veio a calmaria...calmaria até demais, porque adivinhem o que veio depois...espera, e mais espera.

[To be continued...]



Boa noite a todos (seja lá a quem esse "todos" esteja se referindo)

Meu nome é Felipe, e comecei este blog como um exercício terapêutico para eu apresentar, discutir e compartilhar a minha experiência como Foreign Language Teaching Assistant (FLTA) de português pela Fulbright nos Estados Unidos. No exato momento em que escrevo isso ainda estou passando por parte do processo seletivo, já que na verdade ainda nem sei para qual instituição dos EUA eu irei. O meu objetivo com este blog é poder colocar em palavras toda esta experiência que já está sendo incrível (e olha que nem começou de verdade!) e com certeza será muito mais incrível ainda. Outro objetivo é para as pessoas futuramente interessadas em tentar esta bolsa tenham algo para se guiar, terem noção do que vai acontecer, já que está é uma das principais coisas que nos deixam loucos: não saber exatamente o que está por vir. Lastly, eu também precisava de um motivo para procrastinar e não escrever a minha dissertação.

Neste primeiro post gostaria de primeiro me apresentar e logo em seguida cobrir a primeira parte do processo seletivo, desde o que o programa realmente é, do lançamento do edital até o primeiro resultado preliminar dos escolhidos para a bolsa.


Bom, first things first, como já disse meu nome é Felipe Leandro de Jesus. Fun facts about me: não gosto de nenhum dos meus nomes, mas na dúvida usem meu primeiro nome ou um apelido carinhoso, realmente odeio que me chamem de Leandro. Meu sobrenome também é outro ódio que tenho, porque sou ateu e ter o sobrenome Jesus é realmente um paradoxo (mas que fica divertido quando penso em como as pessoas me citarão futuramente, "De acordo com Jesus (2015)...". Bom, sou graduado em Língua Inglesa e Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina e estou terminando o mestrado pela mesma instituição no Programa de Pós-Graduação em Inglês: Estudos Linguísticos e Literários, na área de Análise Crítica do Discurso, com foco em sexualidade e representação de gênero, e realmente gostaria muito de conseguir defender antes de ir para os EUA.


Vamos então ao que importa: o que é esta bolsa e como funciona o processo seletivo.


Esta bolsa é a Foreign Language Teaching Assistant (FLTA), oferecida em conjunto pelos governos americano e brasileiro através do Programa Fulbright e da CAPES. A Fulbright é um programa de grants (bolsas) que visa a cooperação e intercambio internacional no âmbito da educação, sendo um dos programas mais competitivos e prestigiados do mundo. Em outras palavras, ter a Fulbright no seu currículo vale ouro. O programa tem uma variedade de bolsas em diversas áreas e entre esta bolsas está o FLTA. O FLTA é um programa de intercâmbio educacional e cultural que tem como objetivo levar estramgeiros para universidades americanas, onde eles ensinarão a língua materna do seu país e terão a oportunidade de também fazer disciplinas nestas universidades. Também há um programa na mão inversa, o ETA (English Teaching Assistant), que leva universitários americanas para universidades de outros países para ensinar inglês. O Brasil vem recebendo uma grande quantidade de ETAs anualmente, principalmente depois da criação do Ciências sem Fronteiras e Inglês sem Fronteiras (agora parte do Idiomas sem Fronteiras). Enfim, é uma experiência onde teremos uma troca cultural muito grande e onde poderemos desenvolver ainda mais as nossas habilidades de ensino.


Para a seleção desta bolsa, toda ano é lançado um edital em conjunto pela Fulbright e CAPES e onde estarão descritos todos os requerimentos para participar do programa e de maneira bem geral como funciona o processo seletivo. Começarei então falando um pouco do edital: eu já conhecia o programa de longa data, pois pesquisava frequentemente possíveis bolsas internacionais e por já conhecer pessoas que tinham participado deste programa. Como esta bolsa requer que você já seja graduado ou esteja se graduando, esperei pelo meu momento. Enfim ele chegou ao ser lançado o edital n. 56 da CAPES em agosto (o edital sempre é lançado por volta de julho/agosto). Para poder participar do processo seletivo, o edital elenca alguns requerimentos:

- É necessário ter nacionalidade brasileira e NÃO possuir nacionalidade americana.
- Possuir bacharelado em língua inglesa ou língua portuguesa, com conclusão após 31/12/2009.
- Ter proficiência em inglês.
- Não receber ou ter recebido bolsa para o mesmo objetivo.
- Residir no Brasil.

Entre os benefícios do programa, está um auxílio deslocamento para compra de passagens entre Brasil-EUA-Brasil; bolsa nos EUA para moradia, alimentação, entre outras coisas (o valor desta bolsa varia de caso para caso); o bolsista deverá cursar duas disciplinas na universidade americana por semestre, sendo que uma desta deve ser relacionada aos EUA (cultura ou história americana).

E assim se inicia o processo seletivo para FLTA 2015-2016! A primeira parte do processo consiste na análise da documentação que irá ser submetida através do sistema da Fubright. Após esta parte, haverá uma entrevista para os que passaram naprimeira etapa.

Assim que começar a preencher a sua application no sistema da Fulbright, terá uma série de coisas que serão necessárias fazer, mas de longe as mais trabalhosas são as essays (redações) que o candidato terá que fazer. No total são três essays: uma carta motivacional falando porque você está interessado neste programa e porque acha que deveria ser agraciado com a bolsa, uma essay sobre as metodologias que você empregaria em sala de aula, e uma essay sobre troca cultural, na qual você terá que discorrer sobre como poderia trazer a sua cultura para dentro da universidade americana. A mais longa e trabalhosa é a primeira, que funciona como a sua carta de apresentação para o programa, então é bom caprichar nela! As outras duas essays são bem menores, mas também muito importantes.

Além destas essays, você terá que ter três cartas de recomendação. Você pode simplesmente registrar no sistema o email das pessoas que escreverão estas cartas e elas receberão um email com o acesso ao sistema para redigir estas cartas. Você também tem a opção de abrir mão do acesso a estes documentos, que foi o que eu fiz. Até hoje tenho curiosidade de saber o que falaram de mim nestas cartas. Eu suponho que elas sejam documentos de suma importância no processo seletivo, então é bom pedir para alguém que você confie e que sabe que vai falar muito bem de você.

Também será necessário anexar no sistema uma digitalização de um documento de identidade e cópias do seu histórico e diploma de graduação (se tiver estes documentos referentes a mestrado e/ou doutorado, pode anexar também). Um documento atestando a sua proficiência em língua inglesa também é requerido, e consta no edital quais testes que são aceitos. Por sorte aceitavam o Toefl ITP, que está sendo oferecido gratuitamente pelo governo. Se fosse necessário fazer o Toefl IBT eu sentiria uma facada no bolso, pois é um teste extremamente caro.

Além de todos estes documentos, também será necessário preencher no próprio sistema uma série de informações referentes a você e ao programa, por exemplo: haveria alguma região dos EUA para a qual você tem preferência ou que não gostaria de ir, quais são suas áreas de interesse acadêmico, entre outros.

Após ter terminado de preencher todas estas informações, ter feito upload de todas as suas essays, e de ter recebido confirmação de que suas cartas de recomendação foram submetidas, você submete sua application como um todo e...

...espera. Espera e espera e espera mais um pouco. Tudo neste programa sempre envolve uma espera dolorosa e uma dúvida sobre o que exatamente vai acontecer depois. A data final para submissão da application foi 19/10, e no edital estava escrito que as estrevistas ocorreriam durante novembro e que o resultado preliminar sairia em dezembro. Contudo, já era fim de novembro e ainda não haviamos obtido nem sinal de fumaça da Fulbright. Já estava perdendo as esperanças quando, em 28/11, recebi o email da Fulbright dizendo que eu havia passado para a parte das entrevistas. e que a mesma ocorreria no dia 04/12 às 10h50 por telefone. Não sei quantas pessoas haviam participado do processo seletivo, mas 95 foram aquelas que participaram da parte da entrevista (no edital falava que até 100 poderiam participar desta etapa). No momento que recebi o email levei um susto, porque eu tenho pavor de falar no telefone, fico extremamente nervoso. Ainda mais que teria que falar em inglês pelo telefone!


No fatídico dia da entrevista, pedi para todos os meus colegas do apartamento saírem da sala para eu poder fazer a entrevista pelo telefone, reli todas as minhas essays, e fiquei esperando. Apenas com alguns minutinhos de atraso me ligaram. No começo e fim da ligação, falei com o Luis, coordenador do programa na Comissão Fulbright, mas a parte da entrevista em

si foi conduzida por uma professora cujo o nome eu infelizmente não consigo me recordar. Como era de esperado, eu estava extremamente nervoso, e quando eu estou nervoso, a minha língua parece que se nega a falar inglês. Apesar de estar falando com fluência, as palavras saiam todas enroladas. A entrevistadora foi um doce de pessoa, e toda a entrevista foi conduzida em inglês. Ela basicamente abordou os pontos que eu já havia apontado nas minhas essays, e fez perguntas referentes a que tipos de metodologias eu usaria em sala de aula, como eu traria a minha cultura para a instituição, etc. Também perguntou um pouco da minha vida, com o que eu trabalhava na universidade, etc.

Aparentemente o processo da entrevista foi bem diferente dependendo de quem era seu entrevistador. A minha foi toda em inglês, teve gente que disse que a sua foi parte em inglês e parte em português, outros ainda disseram que quase toda a sua entrevista foi em português. Ou seja, no fim esteja preparado para ser tudo em inglês. Ao fim da entrevista ela me perguntou se eu tinha alguma dúvida, e só disse que gostaria de saber quando or esultado sairia. Ela me respondeu que sairia perto do natal, e disse "I'm sure it will be a good result". Esse tipo de coisa me deixa muito nervoso, porque cria uma expectativa maior ainda em você, e caso não dê certo você ficará ainda mais chateado hahaha


No dia 22/12, quase natal mesmo, recebi o resultado por email. Lembro que estava em Joinville, visitando minha família, e estava no shopping fazendo compras com a minha mãe e a minha irmã. Assim que saímos do estacionamento e entramos no shopping, recebi o email no meu celular. Naquele momento eu queria explodir de felicidade, mas como sou uma pessoa que adora tratar as situações bombásticas como se fossem whatever, simplesmente olhei para a minha mãe com uma poker face e disse "Ganhei a bolsa. To indo pros EUA". E o mais engraçado foi que ela demorou pra processar a informação, depois que já estávamos andando pelo shopping que a ficha dela começou a cair e ela ficou tipo "Pera, mas quanto tempo você vai passar fora!? Como assim ganhou a bolsa!?".


E aqui começa a segunda parte deste looongo processo, o que deixarei para o próximo post.